Guilherme Vaz – Uma fração do infinito

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Já conhecia o multimídia Guilherme Vaz, mas não lembrava que era ele no video Music for paper sheet, apresentado na Bienal de Paris (1973), sempre fiz confusão com John Cage, principalmente pela sua proposta 4’33”. Lembro ter visto o video em aula no Parque Lage e fiquei impressionada com a simplicidade da ação que carrega a complexidade da composição.

A exposição é´uma pequena retrospectiva do trabalho sonoro, tema de pesquisa do curador Franz Manata, quem fez um excelente seleção de material, ao apresentar ao público o mundo da composição contemporânea brasileira.

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Guilherme Vaz – Music for paper sheet

Entre as peças selecionadas, é possível encontrar partituras, ouvir trilhas de filmes, ver vídeos e o filme “Oeste”, ver os últimos trabalhos do artista feitas a partir da coleção de peças indígenas.

No centro de uma das salas é possível ver uma instalação sonora, onde o visitante atravessa um túnel e escuta a declamação de uma poesia, contornando o túnel, foi instalado outro trabalho que interage com o público, aparentemente, é composta de microfones que deveriam captar o som desse visitante, mas não foi possível escutar o resultado dessa interação. Segundo o artista, esse é o objetivo da obra.

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