VÉSPERA DE FERIADO – PARTE I

 

IMG_20160623_182640539Na quinta-feira (23.06), véspera de feriado de São João, aproveitei para passear com meu mô depois do trabalho. Enquanto esperava por ele na nova Praça XV, chuviscando e ventando levemente, o clima de inverno já deu seus sinais por terras cariocas. Aproveitei para esticar na Casa do Papai para buscar material de pescaria que usaremos para montar uma pequena exposição na próxima semana.

A Maison de France sediou o espaço para receber a Oficina de Foto com o Estúdio Madalena de São Paulo com a artista visual/fotografa Rosangela Rennó, por ocasião do Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro.

O evento começava às 19h30, mas não tinha como entrar antes da hora para ficar esperando no quentinho, assim que fomos para o Centro Cultural da Justiça Federal e conferimos as exposições que estavam rolando por lá.

Tiveram algumas das quais gostei, outras nem tanto e acabei não registrando todas.

Geralmente, o CCJF tem uma linha de projetos expositivos voltadas mais para a fotografia, mas sempre abre uma exceção para apoiar outros tipos de projetos.

A primeira sala a visitar contem o trabalho Regresso do artista AoLeo. Procurando no site do CCJF o trabalho apresentado não condiz com o descrito no site. Foi difícil encontrar informação sobre o artista na web. Neste trabalho, percebe-se que a questão de ocupar espaços isolados tornado-os em pequenos Oasis.

Na sala do lado, encontra-se os Jardins Suspensos de Michele Petruccelli, uma pequena instalação que mal pode ser vista por conta da iluminação escolhida, a qual procura que o visitante entrasse na brincadeira para reconstruir a memória sobre lugares.

Passando para outra sala, você já dá de cara com a instalação gigante, , onde vc encontra uma serie de fotografias penduradas em fios, como se fosse o formato de um pássaro, é como uma phoenix se abrindo para deixar voar a memória. Já conhecia o trabalho da Simone Cupello do ano passado, quando fui visitar o Ateliê da Imagem e ela tem um trabalho muito particular porque ela cria esculturas fotográficas onde é difícil você ver a imagem da pessoa fotografada completamente.

Na sala com a exposição coletiva Assim é, lhe parece tem um ponto central, o Kitsch, cada um de sua forma carregam nas cores, nos materiais, no deboche. Entretanto, o trabalho da Patrizia D’Angello ressalta mais ao olhar com seu Casa, Comida e Roupa Lavada, onde se percebe uma certa originalidade quando debocha sobre a questão de que mesmo sendo uma super mulher contemporânea acaba se rendendo ao fogão e cozinha já que é necessário comer para sobreviver, como exemplo, sem perder o glamour. Enquanto que o trabalho de Alessandro Sartore é tão poético que não consegui ver a questão do exagero e estereótipos embutidos, enquanto que o trabalho de Edimilson Nunes se apropria de forma exagerada de materiais usados pelo carnaval para construir obras que se tornam um oratório de casa.

Agora encerro por aqui porque escreverei em outro post sobre a Rosangela Rennó porque foi um encontro muito legal.

http://www10.trf2.jus.br/ccjf/programacao/

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