Retrospectiva expositiva ao longo da minha vida! (Parte 3)

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Último post sobre a retrospectiva expositiva da minha vida…

“30º Bienal de São Paulo – A iminência das poéticas” (Pavilhão da Bienal, 2012). O que dizer desta bienal, a primeira da minha vida e intensa por reunir grandes artistas contemporâneos. Seria impossível falar aqui pois é uma amostra enorme que nao deu para ver tudo no mesmo dia. Deixo o link aqui da 30º edição da Bienal: http://www.emnomedosartistas.org.br/30bienal/pt/Paginas/default.aspx

“Convite à Viagem – Seleção Rumos Itaú Cultural” (Paço Imperial, 2013), a leitura dos curadores em relação aos artistas selecionados procurou conhecer “outras fronteiras que não a geográficas, as fronteiras da expressão, da sensibilidade, do ser”. Destaco a obra da série Lembretes da artista Íris Helena, quem imprime em papéis tipo post-its fotografias e são colocadas na estrutura interna do espaço museológico. Neste trabalho, a minha percepção do trabalho da artista é onde afirma  que a memória é fragmentada em pedaços assim como a fotografia.
“Mariko Mori – Oneness” (CCBB, 2014) – Belíssima retrospectiva do trabalho da artista japonesa Mariko Mari que une a tradição japonesa com o cuidado da natureza e a futuro. Na verdade, achei bem subjetivo o trabalho da artista porque o futuro é algo impalpável e imprevisível.

“Street Art: Um Panorama Urbano” (Caixa Cultural, 2014). Tenho um interesse pessoal pela arte urbana e nesta exposição tive a oportunidade de ver a obra do artista londrino Bansky, o português Mais ou Menos e Vhils, entre outros. O trabalho exposto do Bansky exposto foi a famosa imagem do Mickey e Ronald McDonalds segurando a mão da criança japonesa que se tornou símbolo da atrocidade ocasionada pela bomba que caiu em Hiroshima.

“ArtRio”(2016)– Feira de arte que reúne galerias do Brasil (eixo RJ-SP) e algumas estrangeiras. Confesso que este ano foi menos interessante que o anterior. Onde tive a oportunidade de ver artistas incríveis. Já no ano passado, teve uma queda de galerias estrangeiras participantes e o foco ficou bastante centrado na venda de arte moderna. Se quiser ver o que aconteceu na edição 2015, entra neste link onde comento um pouco do que vi: A correria da ARTRIO.

“Lucia Koch – Fundos” (Studio-X, 2017): não vou me prolongar nesta exposição porque fiz um post especial recentemente. Exposição Fundos da Lucia Koch

“Mondrian e o Movimento Stijl” (CCBB-2016/2017). A exposição reúne trabalhos do holandês Mondrian e outros artistas influenciados por ele e que integraram o Movimento Stijl. Para saber o que aconteceu, dá uma olhada aqui: Mondrian e o Movimento de Stijl, a melhor exposição vista.

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