O mundo pelo fotógrafo francês Raymond Depardon

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Raymond Depardon – Yanomamis do Brasil

No segundo andar está rolando uma retrospectiva de fotografias do francês Raymond Depardon, Un moment Si Doux com 165 obras dividas em 3 salas do 2º andar do Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, compreendendo o período 1950 a 2013, sob a curadoria de Hervé Chandés e Emmanuelle Hascoe. Continue reading

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Viajando pelo Mundo trouxe a contribuição dos artistas alemães para o mundo da arte

DSC09282Terminou no último domingo 19.11.17 no Paço Imperial, a exposição Viajando pelo Mundo sobre a arte alemã, do Instituto para as Relações Culturais Internacionais (IFA) da Alemanha e apresentada pelo Institut Goethe, passeando pela arte moderna até os dias de hoje, onde pode-se fazer a leitura da divisão do país depois da 2a Guerra Mundial por meio da seleção de 400 obras de arte, especialmente para contar essa narrativa que o mundo vivenciou. Continue reading

O percurso do patrimônio brasileiro na Caixa Cultural RJ

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O quê dizer da exposição da Construção do Patrimônio que encontra-se até dezembro na Caixa Cultural do Rio de Janeiro por ocasião da celebração dos 80 anos da criação do IPHAN, produzida pelo Instituto Pedra sob curadoria de Luiz Fernando de Almeida com uma seleção de 150 itens para compor a retrospectiva da instituição, dividida em 9 sub-temas, que atravessam o Século XX até chegar em nossos dias. Continue reading

O que é Instalação Imersiva e Não Imersiva?

A Visita Guiada esteve presente no café cientifico da Maison de França para acompanhar o francês Dr. Alain Alberganti quem trouxe para a mesa a questão da Arte Contemporânea e seu Duplo, onde ele trata os limites da arte e a realidade por meio da percepção do visitante da espacialidade das instalações.

O palestrante afirma que existe uma diferença entre instalação imersiva e não imersiva, onde a última é considerada uma escultura que utiliza objetos do cotidiano e o artista determinou a função da obra, fechando assim o conceito dela. Enquanto que a instalação não imersiva cria “condições e disposições de uma experiência dentro de outro mundo”, conforme pode ser percebido na obra de Orlafur Eliasson.

Isto é, o ponto de vista do espectador no lugar do artista prevalecerá. Assim, temos como exemplo as obras de Richard Serra e Anish Kapoor, onde a instalação imersiva é um lugar de passagem e os visitantes passam a recriar o espaço e tornando o artista em algo virtual. Segundo Alain, acaba-se “subvertendo o espaço para ser criado um novo espaço a partir da instalação”.

​Antiga e nova perspectiva para o MAC

No sábado passado (12.08), aconteceu uma conversa entre os antigos gestores do MAC e a atual equipe do museu intermediada pelo curador chefe, o mexicano Pablo León de la Barra, referência curatorial para arte contemporânea latino-americana.
A conversa foi acontecendo de forma orgânica, a Cláudia Saldanha fez ênfase ao programa importantissimo o artista pesquisador dentro da instituiçao, o qual foi possível pelo interesse pelos artistas em pesquisar o arquivo existente MAC sobre arte contemporânea brasileira. Continue reading